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  • Foto do escritorMaginna Studio

Por que investir em design?



Com tantas ferramentas gratuitas que permitem a criação de peças gráficas, artes para redes sociais e até mesmo logotipos, fica a dúvida: ainda vale a pena investir em design?


Essa é uma questão polêmica e envolve alguns fatores. É necessário entender que ferramentas como o famigerado Canva são ótimas e oferecem um leque de possibilidades muito mais acessíveis para pequenos empreendedores e profissionais autônomos. Até mesmo nós, designers, podemos utilizá-la em alguns trabalhos. Aqui no estúdio não é incomum produzirmos peças editáveis nesses programas já utilizados por nossos clientes, pois facilita muito caso eles precisem ou prefiram fazer por conta própria.


No entanto, essas ferramentas sozinhas jamais conseguiriam substituir o trabalho de um profissional, principalmente quando se trata de projetos mais complexos, como identidades visuais.


Vem entender o porquê:



1. O designer é um profissional


Parece óbvio, mas não é. Diferente de médicos, advogados ou professores, para muitos o trabalho do designer ainda é algo abstrato. É muito comum que, ao ver um logotipo "simples", as pessoas pensem que se trata de algo fácil de se fazer. Porém, por trás de cada projeto existe uma metodologia e um processo composto por várias etapas até se chegar ao resultado ideal. Afinal, o simples é complexo.


Máquinas e ferramentas não possuem esse conjunto de conhecimentos técnicos e artísticos e, mesmo que seu logotipo tenha um resultado esteticamente agradável, ele não atenderá completamente às necessidades da sua marca.



2. Um bom design soluciona problemas atuais e evita perrengues futuros


Todo projeto de design envolve uma série de problemas a serem solucionados: a marca não atinge o público-alvo, não consegue converter clientes, seu posicionamento está confuso, etc. O papel do designer vai além de criar soluções para esses problemas atuais, ele deve pensar fora da caixa e definir uma proposta que ajude o cliente a evitar possíveis problemas futuros.


Em outras palavras, o designer possui uma bagagem de conhecimento que o permite detectar possíveis abacaxis na vida do cliente/usuário. Às vezes uma ideia que não é sustentável a longo prazo, um problema de aplicação gráfica que não deveria existir...


O fato é que essa visão estratégica ainda não conseguiu ser substituída por máquinas ou ferramentas automatizadas.



3. Ajuda sua marca a se destacar


Embalagens da marca Buggy Bix desenvolvidas pela agência Percept. Foto: World Brand Design

Foto: Packaging of the World

Se você estivesse passando pelas prateleiras de um supermercado e visse esses produtos, certamente seriam os primeiros a chamar sua atenção, certo? E o que eles têm em comum? Um design inteligente e fora da caixinha!


Um projeto criativo e funcional ajuda sua empresa a se destacar no mercado. Ainda mais com a valorização das redes sociais e de lugares e objetos "instagramáveis".



4. Marcas são feitas para pessoas


Em um mundo cada vez mais digital, às vezes nos esquecemos de que os usuários finais serão sempre pessoas. E, como os gurus do marketing já repetiram tantas vezes no Instagram, pessoas se conectam com pessoas.


Uma solução automática, robotizada, pode até ser funcional, mas jamais se conectará com seu cliente de maneira profunda. Sabe aquele vínculo emocional que todas as marcas buscam com seus consumidores? Pode esquecer.


Muitos se questionam se a inteligência artificial seria capaz de substituir os profissionais atuais, entre eles, o designer. Nós acreditamos que não. O designer não cria apenas artes, ou traça estratégias: ele conta histórias. Ouvir e entender o cliente, com empatia e atenção, é a parte mais importante de um projeto. É essa parte tão humana que nos permite traduzir em elementos gráficos todas essas histórias, dando vida aos sonhos de tantas pessoas.


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Até o próximo post! 🤠

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